O IPG assenta num modelo Portalegre-first. O objetivo é criar uma zona de aterragem industrial credível, coordenada e escalável para empresas de Defesa, dual-use e tecnologia estratégica que queiram instalar capacidade produtiva em Portugal.
Portalegre oferece uma combinação difícil de replicar em áreas metropolitanas saturadas: disponibilidade territorial, envolvimento municipal, proximidade a Espanha, menor pressão operacional, espaço para escalar e uma narrativa forte de regeneração industrial.
Uma porta de entrada concreta, não uma procura abstrata de oportunidades pelo país.
Uma localização adequada para expansão industrial, formação, eventos e construção de ecossistema de Defesa.
Portalegre não deve ser apresentada como periferia. Deve ser apresentada como zona estratégica de aterragem: menos ruído, mais espaço, maior alinhamento territorial e uma missão clara de acolher capacidade industrial relevante.
O IPG parte de uma base territorial desenvolvida com stakeholders locais. Terrenos, condições do local, licenciamento, utilidades e requisitos do projeto são sempre avaliados caso a caso e sujeitos a validação formal.